Ciclovia Entre Rios na Folha de São Paulo

O Projeto Entre Rios foi citado pela Folha de São Paulo no último dia 20/04/2014.

Intitulada “Mesmo com ajuda federal, Ribeirão Preto fica atrás em Km. de ciclovias”, a matéria faz um levantamento comparativo da malha cicloviária de nossa cidade em relação a de outras cidades do interior do estado.

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A matéria completa pode ser acessada clicando aqui.

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Nova York – EUA: Prefeitura vira o jogo e dá prioridade ao uso de bicicletas na cidade

Artigo publicado originalmente no Mobilize.

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Mudanças não acontecem por acaso e Nova York está aí para provar. No início dos anos 2000, o recém-eleito prefeito Michael Bloomberg e a Secretária de Transportes Janette Sadik-Khan começaram a planejar uma  série de alterações no uso das ruas da cidade, tudo para reduzir a circulação de veículos automotores no espaço urbano.

As intervenções começaram timidamente, com a simples pintura de solo, a construção de pequenas praças, a proibição do estacionamento de carros nas ruas e a implantação de faixas exclusivas para ônibus e bicicletas. Os motoristas, é claro, reclamaram. Mas, aos poucos, todos foram entendendo que a mudança estava valorizando a vida na Big Apple. E o que era experimental foi se consolidando. A própria secretária falou sobre esse processo em sua visita a São Paulo, em 2013.

Encontramos agora o vídeo “New York Streets Metamorphosis”, produzido pelo Departamento de Transporte de Nova York e editado por Clarence Eckerson Jr., que mostra como essas alterações foram sendo realizadas desde 2005, em locais como Times Square, Kent Avenue, Madson Square, Sands Street, Herald Square, Queensboro Bridge, 9th Avenue e Clinton Street, entre outras ruas. As imagens falam por si e mostram o caminho para prefeitos e secretários de qualquer cidade, até mesmo aqui, no Brasil.

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Quais as saídas para a Mobilidade Urbana?

Você já precebeu que a cidade fica cada ano mais parada por causa dos muitos carros que congestionam o trânsito?

O que podemos fazer para melhorar o fluxo urbano e dar um salto na qualidade de vida em nossa cidade?

O vídeo abaixo, produzido pelo Sindicato de Habitação de São Paulo a partir do livro “Cidades Sustentáveis, Cidades Inteligentes” de Carlos Leite de Souza e JUliana di C. M . Awadi, aponta algumas alternativas possíveis. Assista:

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Barcelona – ESP: O melhor sistema de aluguel de bicicletas do mundo

Matéria publicada orginalmente no Mobilize.

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Barcelona pode se gabar de ter o mais bem sucedido programa de bicicletas urbanas do mundo, segundo um relatório publicado na quinta-feira, em Washington, que explica os segredos de se conseguir com que mais gente passe a adotar o transporte sobre duas rodas.

O programa de bicicletas da cidade mediterrânea espanhola conta com uma média de 10,8 viagens por bicicleta e 67,9 trajetos por morador, destacou o Instituto para Transporte e Desenvolvimento de Políticas (ITDP), uma organização de pensamento estratégico sediado na capital americana.

Pouco conhecidos dez anos atrás, os programas de bicicletas urbanas se expandiram rapidamente em todo o mundo e um número estimado entre 400 e 600 cidades – de grandes a pequenas – lançaram sistemas do tipo e muitas outras planejam fazê-lo no futuro próximo.

“Não estamos dizendo que nenhum (destes sistemas) seja melhor do que o outro”, disse Colin Hughes, diretor de política nacional e avaliação de projetos do ITDP. “A questão principal é que estes esquemas estão demonstrando um alto impacto real na mobilidade das cidades onde são implantados – há uma grande quantidade de pessoas usando-os – e são bastante rentáveis”, disse Hughes à AFP.

“O investimento público realmente vale a pena aqui”, prosseguiu.

 Cidades do futuro com qualidade de vida

Para o informe “O guia dos programas de bicicleta de uso livre”, o ITDP compilou dados de esquemas de bicicletas urbanas do mundo todo para estabelecer pela primeira vez o que precisa ter uma rede de aluguel de bicicletas bem sucedida.

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Alguns pontos são óbvios, como que sejam “confortáveis, bicicletas para andar pelas cidades”, especialmente desenhadas para impedir o roubo, bem como fáceis de usar, sistemas automáticos de cadeados nos postos de devolução e preços atraentes para incentivar o maior uso possível.

Mas o que é especialmente importante, destaca o informe, é “uma extensa rede de estações… Com distância média de 300 metros” entre elas.

“Recomendamos entre 10 a 16 estações por quilômetro quadrado e de 10 a 30 bicicletas para cada 1.000 moradores em uma área de cobertura”, afirmou Hughes. “Faz-se uma escala das estações por área e em seguida se estuda o número de bicicletas nas estações com relação ao número de pessoas que está morando ali”, acrescentou.

Outro elemento fundamental é o uso de tecnologia móvel para fazer um acompanhamento da disponibilidade das bicicletas em tempo real e compartilhar estes dados pela internet, em smartphones, telas de computador e postos de devolução ou empréstimo de bicicletas.

Uma lição que algumas cidades, como Washington, aprenderam com dificuldade ao lançar um sistema com poucas bicicletas e poucos lugares para deixá-las.”Tendemos a ver que os sistemas que são mais bem sucedidos não começam em pequena escala”, afirmou.

“Quando se inicia um esquema, este é o tempo mais valioso. Este é o momento em que se geram notícias. É a primeira vez que você está expondo ao público o seu sistema e o que realmente quer é que as pessoas tenham uma primeira experiência realmente positiva”, prosseguiu.

Também têm que haver ciclovias, embora Hughes tenha apontado que a popularidade do sistema de bicicletas tende a incentivar a expansão da infraestrutura de duas rodas nas cidades.

Para o futuro, Hughes prevê um contínuo aumento dos programas de uso livre de bicicletas no mundo em um momento em que as cidades abraçam o conceito de uma cidade do século XXI, apresentando-se como locais interessantes para viver, trabalhar ou investir.

“É uma pista, uma forma de dizer, ‘esta é uma cidade que valoriza a qualidade de vida’… Esta é a razão pela qual algumas grandes empresas se alinham para patrocinar estes sistemas, porque as bicicletas de uso livre têm uma imagem positiva”, afirmou.

O relatório pode ser encontrado online na página go.itdp.org .

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Londres – ING: Conheça o projeto da ciclovia suspensa

Projeto de arquitetura de ciclovias suspensas em Londres - Crédito: Foster and Partners

Projeto de arquitetura de ciclovias suspensas em Londres – Crédito: Foster and Partners

Matéria publicada originalmente no Mobilize.

Norman Foster, arquiteto britânico vencedor do prêmio Pritzker, divulgou nesta semana seu mais novo projeto, em que pretende criar ciclovias suspensas sobre os trilhos dos trens suburbanos em Londres como alternativa ao transporte público, com tarifas em alta na capital britânica.

Chamada SkyCycle, a proposta envolve construir 220 quilômetros de ciclovias sobre a estrutura já existente dos trilhos urbanos, permitindo aos usuários uma circulação desimpedida pela cidade, sem dividir o espaço das ruas com carros e motocicletas.

Seu projeto já tem o apoio das autoridades londrinas responsáveis pelo transporte público e foi também apresentado ao prefeito de Londres, Boris Johnson, que, segundo o jornal britânico “The Guardian”, demonstrou interesse pela obra.

Uma primeira etapa para testar a ideia seria a construção uma ciclovia suspensa de 6,5 quilômetros, entre Stratford, no nordeste de Londres, até a estação Liverpool Street dos trens metropolitanos. Só esse trecho custaria cerca de R$ 856 milhões.

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Empresa cria roda que torna bike comum em elétrica; um app controla a velocidade

DA ASSOCIATED PRESS, EM CAMBRIDGE (EUA) – Matéria publicada originalmente na Folha de São Paulo.

Uma start-up de Massachusetts (EUA) está lançando um novo dispositivo que transforma praticamente qualquer bicicleta em um veículo elétrico híbrido usando um app para controlá-la com um smartphone.

O dispositivo, chamado de Copenhagen Wheel (roda de Copenhague), é instalado como uma parte do cubo de uma roda traseira de bicicleta e é equipado com um computador próprio, baterias e sensores que monitoram quanta força está fazendo o ciclista e ativa seu motor sempre que ajuda é necessária.

A roda usa conexão sem fio para se comunicar com o celular do usuário e monitorar a distância percorrida e a elevação acumulada (a altura das subidas vencidas), para compartilhar com os amigos a quantidade de calorias queimadas e travar a roda traseira remotamente assim que seu dono se afasta da magrela.

“O motor se integra ao movimento do ciclista de maneira muito, muito imperceptível”, disse Assaf Biderman, co-inventor do dispositivo no laboratório SENSEable City, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), onde é um diretor associado. “É quase como ter uma companhia para pedalada, deixando-a mais fácil e simples.”

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A combinação da força motriz da Copenhagen Wheel e a do ciclista pode fazê-lo pedalar “quase como um atleta do Tour de France” em sua ida ao trabalho diária, diz Biderman, que fundou a Superpedestrian, baseada em Cambridge, Massachusetts (cidade do MIT e da Universidade Harvard), que licenciou de maneira exclusiva a tecnologia.

A Copenhagen Wheel tem potência suficiente para impulsionar um ciclista a até 60 km/h, mas desenvolvedores puseram limites eletrônicos para que a velocidade estivesse abaixo do permitido, que desligam o motor assim que o usuário atinge a velocidade de 32 km/h nos EUA ou de 25 km/h na Europa.

O conceito teve inspiração em uma pergunta simples: “Como podemos fazer mais pessoas pedalarem?”, conta Biderman.

O projeto recebeu financiamento do Ministério do Meio Ambiente da Itália e do prefeito de Copenhague, capital dinamarquesa conhecida como uma das cidades mais amigáveis aos ciclistas no mundo, e cuja secretaria de turismo diz que 55% dos residentes pedalam um acumulado de 1,2 milhão de km todos os dias.

As primeiras 1.000 unidades da roda foram todas encomendadas por meio de pré-venda no site da Superpedestrian no começo deste mês. Depois de duas semanas, pelo menos 810 haviam sido vendidas por US$ 699 cada (cerca de R$ 1.632), com a maioria dos compradores situados nos EUA. Outros pedidos foram enviados à Europa, à Austrália, ao Quênia, a Madagascar e outros. O envio deve ser realizado na próxima primavera (entre maio e junho no hemisfério norte).

A Copenhagen Wheel não substitui a bicicleta. Os consumidores ganham o dispositivo instalado em uma nova roda traseira que sirva em suas bikes –deve-se remover a roda original para a colocação da “turbinada”. As baterias são recarregáveis.

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A Copenhagen Wheel almeja adentrar um lucrativo e altamente concorrido mercado de bicicletas elétricas, também conhecidas como e-bikes.

Em um relatório divulgado recentemente, a companhia de consultoria em tecnologias ecológicas Navigant Research estimou que o faturamento global de bicicletas elétricas crescerá de US$ 8,4 bilhões para US$ 10,8 bilhões em 2020, alimentado em parte pelo desejo de uma alternativa viável para as crescentemente congestionadas ruas e rodovias que tornam o andar de carro menos atraente.

Nos EUA, a tendência é refletida por dados do Censo que mostra que o número de pessoas que vai ao trabalho pedalando cresceu 60% na década que terminou em 2010.

“Temos visto nos últimos anos uma renascença do ciclismo em todo o mundo”, disse Biderman. “As pessoas estão buscando alternativas.”

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Bike Repórter: Bicicletada Rp e Ciclovia Entre Rios

O Bike Repórter feito pelo pessoal do Coletivo Fuligem, acompanhou a 41ª Bicicletada Massa Crítica, no último dia 29/11/2013.

Veja o que eles têm pra contar:

A Bicicletada é um movimento sem líderes inspirada na Massa Crítica, ou Critical Mass, uma “coincidência organizada” que começou a tomar as ruas de São Francisco nos EUA no início dos anos 90.

Ela ocorre toda última sexta-feira de cada mês e tem como objetivo principal, promover a conscientização dos cidadãos em relação a importância do uso de bicicletas na cidade.

Grande iniciativa do bike-ativista Tatü do Coletivo Cultural Óbvios Mexidos, essa edição contou com a participação de cerca de 20 ciclistas de todas as idades.

O percurso escolhido foi: Praça 7 de Setembro>Florêncio de Abreu > Tibiriçá > Américo Brasiliense > São José > 9 de Julho > Barão do Amazonas > Duque de Caxias.

Após o percurso, todos se reuniram no Centro Cultural Hotel Palace onde foi exibido o vídeo “Como viver em São Paulo sem Carros”, baseado no livro de mesmo nome e que pode ser conferido logo abaixo:

Também houve um bate-papo com a Arquiteta e Urbanista Lívia Fornitano Roveri, que pôde explicar com mais detalhes as ideias por trás do projeto Ciclovia Entre Rios.

Parabéns a todos que participaram! Que cada vez mais pessoas se juntem a nossa causa!

Participe do Movimento Bicicletada Massa Crítica – Ribeirão Preto!

Para conhecer mais sobre o Movimento Massa Crítica como um todo, clique aqui!

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